A GUERRA CONTINUA: TENENTE SACO ROXO COLOCA DELEGADO NO SAPATINHO

24/10/2015 10:45

 

MESMO COM O DEDO EM RISTE NA SUA CARA, O TENENTE MANTEVE O AUTOCONTROLE E NÃO DESRESPEITOU O DELEGADO, EVITANDO UM CONFRONTO.
 

Apesar das negativas dos deputados estaduais Coronel Telhada, pela Polícia Militar e Delegado Olim, pela Polícia Civil, a guerra está acontecendo. E o pior de tudo: nas delegacias de polícia, justamente onde acaba a função de uma e começa a função da outra. Na frente do preso, que se vê protegido pela polícia civil a fim de atingir a polícia militar.
 

QUEM PERDE É A POPULAÇÃO, REFÉM DA BANDIDAGEM.


Nesse caso específico o Comando de força Patrulha da PM, um tenente DE RUA, foi chamado pelos patrulheiros após uma negativa do delegado em prender pessoas apresentadas na delegacia, detidos pelos PMs.
Até aí, tudo bem.
Muitas vezes acontece de o policial de rua ter um entendimento da ocorrência e após conduzí-la à presença do delegado de polícia, ele ter outro entendimento e libera os presos.
Isso não atrapalha a administração da justiça, uma vez que durante o inquérito policial ou durante o processo, o indivíduo poderá ser preso a qualquer tempo. A PM está acostumada a isso. 

 

A AUTORIDADE POLICIAL É O DELEGADO DE POLÍCIA E PONTO. ISSO É INDISCUTÍVEL DO PONTO DE VISTA DA PERSECUÇÃO CRIMINAL.
 

Quem faz a SUBSUNÇÃO DA CONDUTA CRIMINOSA é o delegado de polícia. Isso também não admite questionamento.
MAS, TRATAR O POLICIAL OU O PRESO DE FORMA INADEQUADA A FIM DE SE ESTABELECER É PLENAMENTE REPROVÁVEL E SÓ TRAZ PREJUÍZOS PARA A SOCIEDADE.


O delegado errou, e errou feio, ao ofender os policiais e tentar humilhá-los na frente dos presos.
Não entendeu como criminosa a conduta relatada? Documente o fato, libere as partes e, no máximo, oriente os detidos a procurarem um órgão de fiscalização do trabalho policial.


Colocar o dedo em riste e elevar o tom de voz a fim de provocar o tenente foi uma conduta inadequada, até mesmo para que se sentiu desrespeitado no seu local de trabalho. Caso essa fosse esse o motivo de sua ira, deveria ter documentado o fato e encaminhado para o COMANDO DA PM, que todos sabem É EXTREMAMENTE RÍGIDO EM PUNIR SEUS FUNCIONÁRIOS.
Justiça com as próprias mão é exatamente o que ambas as polícias estão dizendo tentar evitar, mas o delegado parecia querer “lavar sua honra” na base da violência.

SAGUÃO NÃO É LUGAR DE DEIXAR O PRESO! Disse o delegado.


Essa é uma deficiência estrutural de todas as delegacias de polícia. Não ter local adequado pra deixar o preso.

O policial militar, ao colocar o preso sentado na cadeira, no saguão, garantiu sua dignidade humana, respeitou seus direitos e evitou uma denúncia por permanecer com ele dentro da viatura por período maior do que o necessário para sua apresentação à autoridade, conduta que deveria ser elogiada pelo delegado, e não combatida.
A SOCIEDADE NÃO ESTÁ EM GUERRA, NEM CONTRA O CRIMINOSO E NEM CONTRA AS POLÍCIAS. DEPENDEMOS DELAS E ESPERAMOS QUE SEJAM, ANTES DE MAIS NADA, PROFISSIONAIS E COERENTES.
Comandante Geral, Coronel Ricardo Gambaroni, Delegado Geral Youssef Abou Chahin, esperamos o seu pronunciamento público, afinal, os senhores são os verdadeiros responsáveis pelas instituições em guerra, e não os políticos que frequentam os programas policiais, unicamente comprometidos com suas carreiras...
PAREM A GUERRA. O INIMIGO É OUTRO!

Marco ferreira - APPMARESP

 


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