CASO CABO MARCO - A VERDADE VEM A TONA - PERSONALIDADE ENVOLVIDA CAPITÃO PM CELSO MASSANOBU TOMA

20/10/2013 20:52

 

CASO CABO MARCO
Segundo capítulo

Hoje falaremos do capitão Celso Massanobu Toma, de seus desvios de conduta, que foram acobertados pelo coronel comandante do CPI-9 e pelo presidente do CD nº CPI9-003/120/12. Dos crimes cometidos por ele e apontados nos autos, documentalmente e que foram levados ao conhecimento da Corregedoria da Policia Militar e foram acobertados, com o claro intento de prejudicar o Cabo Marco. Por que será que tantos oficiais do alto escalão da PM Paulista estão tão concentrados em retirar o Cabo Marco do meio policial?  Seria pela nova proposta da APPMARESP sem cobrança dos associados? Será que estariam defendendo o monopólio das grandes associações do estado de São Paulo?

Vamos aos fatos:
Capitão Toma:

Comete in tese, falso testemunho às fls. 409 quando diz que, em patrulhamento, se deparou com a situação, contrariando o descrito no seu relatório de serviço, encartado às fls. 637 (onde relata que rondou o local por determinação do Cel PM João Batista, Cmt do CPI-9 com vistas ao Chiodi e Marco); Depois, foi chamado para “consertar” seu depoimento e às fls. 757 desmente suas declarações falsas, tendo em vista que o presidente lhe mostrou seu relatório de serviço encartado às fls. 637;


Comete, in tese, falso testemunho às fls. 410 e 412, quando relata que a autoridade policial o orientou a apresentar a ocorrência em data posterior, o que foi desmentido pela autoridade policial em questão, as fls. 513, dizendo que qualquer orientação nesse sentido, seria ilegal;


Demonstra às fls. 410, sua participação na adulteração do BOPM promovida pelo Sd Torres, quando diz que atesta o seu conteúdo por tê-lo conferido;


Comete, in tese, prevaricação ao afirmar às fls. 411 que liberou a menor Maria Julia, após qualificá-la como sindicada (terminologia utilizada para menor infrator), sem tê-la apresentado à autoridade policial, conselho tutelar ou até a seu pai, o Cb marco, que estava de serviço no COPOM, o qual localizaria com um simples chamado ao rádio;


Comete, in tese, usurpação de função pública demonstrada às fls. 411, quando afirma que a apreensão dos objetos no local de ilícito é competência da PM através do BOPM e que desconhece norma “mais específica”, (desconhece o Código de Processo Penal?);
Demonstra novamente desconhecimento de sua função quando declara às fls. 410, que o documento supostamente apresentado por Valdir o autorizava a trabalhar naquele local, quando na verdade, tratava-se de uma regulamentação da função de lavador e guardador de carros e não uma autorização do Poder Público Municipal para trabalhar naquele local;


Supostamente falseia declaração novamente às fls. 412 quando diz que não fez contato com os flanelinhas em 01/06/12, quando as declarações da testemunha às fls. 503, descrevem como a pessoa que estava à procura dos acusados no local naquela data, bem como seu relatório de serviço às fls. 637;


Comete, in tese,  falso testemunho às fls. 412 e 413 quando refuta a possibilidade de estar cumprindo uma ordem superior, contrariando seu relatório encartado as fls. 637, onde afirma que estava cumprindo ordem do Cmt do CPI-9, relatando que se deslocou até o local devido a problemas particulares anteriores com flanelinhas;

 

Comete in tese, novo falso testemunho conforme as fls. 413 quando diz que não tinha conhecimento de que havia uma investigação em desfavor dos policiais, Marco e Chiodi, sendo que recebeu ordem verbal do Comandante do CPI-9 para diligenciar com esse única finalidade;


Demonstra seu intento sub-reptício de prejudicar o policial quando afirma que presenciou o mesmo recebendo dinheiro e orientando outros flanelinhas, sem, no entanto ter apreendido o dinheiro ou relacionado quem teria feito tal entrega, novamente demonstrando seu desconhecimento da função, por não saber se tal conduta era lícita ou ilícita;


Demonstra desconhecimento além de suas funções habituais, do trabalho policial, tendo em vista que nivela o ato de olhar carros sem autorização do poder público aos crimes de roubo e homicídio, em termos de gravidade, às fls. 952;
Declara às fls. 953, contraditoriamente, que não se recorda o nome do comandante que determinou “verbalmente” pra que diligenciasse até o local com vistas aos policiais (não se recorda o nome do Comandante do CPI-9);


Comete in tese, falso testemunho novamente às fls. 953 quando diz que não diligenciou até o local em 01/06/12, contrariando as demais testemunhas, seu relatório de serviço e suas declarações anteriores de que tinha diligenciado até o local com vistas aos acusados;


Demonstra novamente o fito persecutório em relação ao soldado Chiodi quando declara às fls. 954 que o fato de ele estar armado no local nada tinha a ver com a ocorrência. sendo que, se diligenciou com vistas à portaria de acusação, o fato de o policial estar armado influenciaria totalmente no resultado da ocorrência;


Comete in tese, falso testemunho novamente às fls. 955 quando reafirma que a autoridade policial não o orientou quanto à ilegalidade da apresentação posterior da ocorrência, novamente colocando o Delegado de Polícia na condição de mentiroso;
Supõe-se que tenha determinado  a adulteração do BOPM ao Sd Torres, visto que como todos os arrolados no local não declararam que o Chiodi estava no local a trabalho, conforme suas próprias declarações às fls. 955, onde afirma que nenhum dos flanelinhas no local lhe afirmou que havia policiais olhando carros no local.

 

  • Para deixar claro a importância do BOPM, motivo pelo qual se fala tanto nele no processo, foi com base nele que se instaurou o conselho de disciplina e o fato da sua adulteração modificar totalmente o rumo dos fatos influenciou decisivamente na solução do processo.
  • Não se esqueçam de que há ainda, mais capítulos dessa instigante saga do processo regular viciado e direcionado.
  • Ainda há o do presidente que não encartou petições, que omitiu documentos, que recusou dever de ofício;
  • Os outros oficiais que cometeram falso testemunho, adulteração de documento público militar, abuso de autoridade;
  • Do soldado que adulterou intencionalmente documento público;
  • Da solução diversa do termo de acusação e mais uma série de absurdos que demonstram muito nitidamente que a policia militar do estado de são Paulo não está preparada para administrar a justiça e que suas condutas frente ao princípio da ampla defesa e do contraditório são bizarras e inconsequentes e choca-se com a carta magna, numa posição no mínimo desrespeitosa e infame.


Aguardamos as providências do senhor corregedor Ruy Conegundes, no sentido de responsabilizar seus subordinados por fazerem tal lambança em seu nome e do Senhor Comandante Geral de analisar os autos desse famigerado processo no sentido de corrigir essas aberrações e tornar pública a punição aos verdadeiros culpados.

 

 

ESTÁ MATÉRIA  VEICULADA NA APPMARESP É DE AUTORIA DO SR MARCO ROSA FERREIRA, UMA DAS PARTES ENVOLVIDA NO CONSELHO DE DISCIPLINA AQUI DEMONSTRADO.


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