MARCO FERREIRA E ADRIANA BORGO FAZEM USO DA PALAVRA NA CÂMARA MUNICIPAL DE PIRACICABA E DESTACAM A INFLUÊNCIA NEGATIVA DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA POLICIAL NAS ASSOCIAÇÕES

18/10/2013 06:26

 

LAVAR A ALMA...
Hoje me sinto menos aflito, menos aborrecido, menos triste.
Tive a oportunidade de levar a conhecimento das pessoas, muitos dos motivos da minha tristeza, da minha aflição.
Me programei para defender o meu emprego, pois sabia que era o que de mais precioso poderiam me tirar mas, quando consegui o espaço, eles já tinham conseguido o seu intento. Mas ainda assim, pude falar em nome de tantos outros que são perseguidos e humilhados dia após dia nas fileiras de uma instituição que prega aos quatro cantos ser comprometida com a defesa dos direitos humanos mas que massacra e oprime os seus.
Hoje pude deixar uma pequena contribuição para o esclarecimento das práticas de terrorismo e tortura psicológica que ocorrem nos quartéis da PM paulista, acobertados pelos comandantes municipais e regionais, longe dos olhos do Comando Comandante Geral PMESP que, acaba por tomar decisões que influenciam negativamente a vida de uma grande soma de pais de família. Estou ferido, mas não estou morto. Quisera estivesse. Muita gente respiraria aliviada. Mas guerra, é guerra... lembrem-se: não fui eu quem começou...

Parabéns e obrigado à nobre defensora dos direitos humanos dos policiais de São Paulo, ADRIANA BORGO, que não mediu esforços para estar conosco num momento tão especial e único. Obrigado aos nobres vereadores de piracicaba, por ouvirem nossos lamentos. Obrigado meu Deus por não me abandonar e não permitir que o inimigo turvasse o meu coração e vergasse as minhas pernas. Obrigado à minha amada família por me apoiar quando a instituição a quem jurei defender com o sacrifício da própria vida, resolveu me sacrificar puramente por diversão...

 

 

  


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