RECUSA DO COMANDANTE EM DIALOGAR FORÇA A APPMARESP A PROCURAR NOVAMENTE A CÂMARA MUNICIPAL

16/09/2014 10:38

NA CÂMARA DE NOVO. MAIS UMA VEZ, A APPMARESP PROCURA O PODER PÚBLICO MUNICIPAL PARA TENTAR RESOLVER ASSUNTOS DE POLÍCIA, TUDO EM RAZÃO DO COMANDO SE RECUSAR A DIALOGAR

. Nesta Segunda feira, 15 de setembro, mais uma vez a APPMARESP se utilizou da tribuna Popular da câmara de Vereadores de Piracicaba, onde novamente pediu a intervenção daquela casa de leis no sentido de estabelecer um diálogo com o comandante regional da PM, com sede em Piracicaba.

A Associação vem tentando estabelecer contato com o comandante Humberto Gouvêa Figueiredo desde quando ele assumiu o comando do CPI-9 (Comando de policiamento do Interior Nove) há alguns meses e sempre foi preterida por aquele comandante, chegando ao extremo de dizer ao presidente da Câmara municipal, que não reconhecia a APPMARESP como associação.

O coronel Humberto Figueiredo assumiu o comando do CPI-9 há quatro meses e desde então resolveu não gostar da APPMARESP. Nunca houve qualquer contato entre esse comandante e a diretoria da associação, de modo que ele odeia a appmaresp “por ouvir dizer”, uma vez que não conhece o nosso trabalho e nem as nossas propostas. A arrogância e prepotência desse comando, têm obstado a entrada da appmaresp nas unidades sob seu comando, numa clara demonstração de que tem reservas contra a associação. Recentemente, fotografamos dentro do quartel uma representante de outra associação, captando associados e inclusive, ostentando uma faixa onde se lia claramente “AÇÕES JUDICIAIS CONTRA A FAZENDA PÚBLICA”.

Ora, isso poderia ser entendido como prática de “advocacia administrativa” do coronel em relação à outra associação, a qual inclusive propagava dentro do quartel, utilizando a mobília da instituição, ações judiciais CONTRA o empregador do comandante, que lhe permitiu livre acesso e logística necessária ao seu intento. Já a APPMARESP, é odiada por aquele senhor, simplesmente em razão de no ano passado ter feito denúncias contra alguns de seus pares, incluindo seus antecessores no comando regional da PM. As denúncias, que davam conta de suspeitas de favorecimento pessoal a determinadas empresas, fraudes de licitação em consertos de viaturas, mau uso do dinheiro público, falsidade ideológica, falsificação de documentos públicos e outras condutas avessas à doutrina policial militar, foram arquivadas administrativamente e os denunciados não foram sequer investigados, restando essa mágoa contra a associação. “Esse coronel não nos conhece, nunca ouviu o nosso lado dos fatos, nunca nos atendeu. Como pode formar juízo a nosso respeito? - disse o presidente da appmaresp – não se pode comandar mais de três mil homens, numa função tão complexa como a função policial, sem ter bom senso, responsabilidade. Se na cidade onde ele dá expediente, ele não sabe o que acontece, imagine nas outras cinquenta e uma cidades que comanda? Essa irresponsabilidade do comandante tem que ser cobrada pelo poder público.

 

 


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